Programação do Clube até Julho de 2022!

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Programação do Clube até Julho de 2022!
O Clube Somos todos Espectadores está aberto a todas as pessoas. Inscreva-se no final desta página receber informações e participar.

Primeira Vez

Teatro
19 de Janeiro, quarta-feira às 19h
ILHAS [Espectáculo e conversa com equipa artística após o espectáculo]
Teatro Nacional D. Maria II (Praça D. Pedro V)

Em Ilhas, o encenador Miguel Seabra apresenta um espetáculo que mergulha no arquipélago dos Açores, transmitindo a identidade deste território através dos hábitos, ritos e mitos dos açoreanos. Logo a seguir ao espectáculo, vamos conversar com elementos da equipa artística da peça!

Teatro
12 de Março, sábado às 19h30
O AMOR É UM SOM
Sala Mário Viegas, Teatro São Luiz

“O Amor é um som que reclama eco”, disse Júlio Dinis. É com esta frase que se apresenta o espetáculo de Carla Vasconcelos, uma homenagem aos tempos áureos da rádio e aos homens e mulheres que dela fizeram parte. Rostos escondidos que têm voz presente em todos nós, nomes que passam de geração em geração. Rubricas que não se esquecem. Reclames que se cantarolam. “Falar de rádio, lembrar a rádio, ouvir rádio, é sempre um sorriso desenhado na cara. A rádio faz parte de todos nós e por mais que o mundo pule e avance ela é sempre a nossa nova velha companhia. A rádio é um amor eterno”, escreve a encenadora. À semelhança do que se fazia no Rádio Clube Português e na Emissora Nacional nos anos 40, em que o público podia assistir ao vivo às emissões, O Amor é um Som quer trazer de volta essa magia e esse glamour, num espetáculo onde tudo acontece a voar e onde espectadores e ouvintes se possam sentir felizes e ter vontade de cantar, dançar e rir. No palco, estão músicos, atores e um nome bem conhecido da rádio e da televisão: Júlio Isidro, que aqui se estreia no teatro.

Música
2 de Abril, sábado às 17h
A MUSA E O POETA (Ensaio às 15h50 e espectáculo às 17h)
Picadeiro Real do Museu dos Coches (Av. da Índia 136, 1300-300 Lisboa)

A Musa e o Poeta
Orquestra Metropolitana de Lisboa
Emanuel Frazão Divertimento para Orquestra
C. Saint-Saëns A musa e o poeta, para violino, violoncelo e pequena orquestra (arr. de David Walter)
F. Poulenc Sinfonietta
James Dahlgren violino
Teresa Valente Pereira violoncelo
Pedro Neves maestro

Em junho de 1992, aquando do concerto de apresentação da Orquestra Metropolitana de Lisboa, sentavam-se nas primeiras estantes dos naipes de violinos e violoncelos James Dahlgren e Paulo Gaio Lima, respetivamente. Assim aconteceu durante vários anos, construindo-se uma relação de cumplicidade artística que muito contribuiu para a consolidação de uma orquestra que dava então os primeiros passos e que, entretanto, se tornou «adulta». Hoje, passadas quase três décadas, Dahlgren é concertino da Orquestra Real Filarmonia da Galiza. Gaio Lima tornou-se professor de referência da Academia da Metropolitana e pedagogo de renome internacional. Se não nos tivesse deixado cedo demais – em maio do ano passado –, deveria juntar-se aqui na interpretação d’A Musa e o Poeta de Camille Saint-Saëns, um poema musical que coloca frente a frente dois instrumentos com muitas ideias para trocar. Para prosseguir a «conversa» contamos com o contributo da sua discípula Teresa Valente Pereira.

Revista
21 de Maio, sábado às 16h30
Vamos ao Parque
Teatro Maria Vitória, Parque Mayer, Lisboa

"Vamos ao Parque" inicia, juntamente com o seu público, as comemorações do centenário do Teatro Maria Vitória e, como é habitual do género que é a Revista à Portuguesa, toda a atualidade social e política, em Portugal e no mundo, serão esmiuçadas neste novo e divertidíssimo espetáculo! Composta por um excecional e renovado elenco, esta Revista conta com a inclusão de figuras bem conhecidas de todos nós, interpretadas pelos nossos atores, tais como o juiz "Vivo Rosa", o cantor "Toy", a influencer "Pipoca", o empresário "Rei dos Frangos", o grupo musical "As Azedas", entre muitos, muitos outros que o vão com toda a certeza divertir! Um espetáculo encabeçado por Paulo Vasco, Dora, Miguel Dias e Cidália Moreira que faz o seu grande regresso a este mítico palco e protagonizará os momentos de fado do espetáculo! Completado ainda por um jovem e talentoso elenco! "Vamos ao Parque", um novo espetáculo com a garantia de qualidade a que o Teatro Maria Vitória e Hélder Freire Costa já nos acostumaram e com uma montagem, guarda-roupa e coreografias a que também ninguém vai ficar indiferente!

Teatro
28 de Maio, sábado às 21h
Pantera
Teatro Municipal Joaquim Benite (Av. Professor Egas Moniz, Almada)

Nascido Orlando Barreto, na ilha de Santiago, Cabo Verde, em 1967, o músico conhecido como Pantera morreu aos 33 anos sem gravar nenhum álbum. Foi cantor, compositor, letrista e multi-instrumentista e, nos últimos anos, começou também a cantar em público. Os que o conheceram recordam “a sua generosidade, o doar as suas composições para outros cantarem, a sua genuína relação com a música”. O seu legado continua vivo, não só através dos inúmeros registos videográficos, fonográficos, fotográficos e escritos, como sobretudo através dos músicos mais jovens que continuam a interpretar as suas composições e a ser influenciados pelo seu trabalho. Vinte anos após a sua morte, a filha, Darlene Barreto, que tinha apenas seis anos quando o pai morreu, lançou o desafio à coreógrafa Clara Andermatt e ao músico João Lucas, dois artistas com profundas ligações a Cabo Verde, para criarem um espetáculo de homenagem a Orlando Pantera. A cantora Mayra Andrade é cúmplice nesta aventura.

Teatro
26 de Junho, domingo às 16h
Cosmos
Teatro Nacional D. Maria II (Praça D. Pedro V, Lisboa)

Cosmos é uma viagem, um lugar de celebração, onde se questiona a humanidade e o caminho que percorremos até aos dias de hoje, através do resgate da mitologia africana e da sua mistura com mitos europeus. Cosmos é também um lugar de cura individual e colectiva, onde a comunidade e os saberes transmitidos de geração em geração ajudam a interpretar o presente e o futuro. Cosmos projeta-se num horizonte afrofuturista, enquanto questiona se somos apenas frutos das histórias que nos contam. Todo o Griot carrega como destino não deixar morrer a sua história.

Teatro
16 de Julho, sábado às 20h
A Praia
Teatro São Luiz (R. António Maria Cardoso 38, Lisboa)
De Peter Asmussen
Encenação de João Reis

Dois casais, Jan e Sanne e Benedikte e Verner, conhecem-se acidentalmente durante umas férias de verão, num hotel isolado no litoral da costa nórdica. “Os poucos hóspedes que aqui aparecem são sempre esquisitos e preferem manter-se isolados”. É a partir deste enunciado, lançado no início da peça, que Peter Asmussen retira o pretexto para justificar a aparente afasia e disfunção das suas personagens. O espetáculo, encenado por João Reis, leva-nos por desassossegos, estranhas melancolias e ironias, sempre com necessidades de consolo impossíveis de satisfazer. “É dessa impossibilidade que vem a força e o jogo de aproximação e fuga deste texto. O que é extraordinário neste texto de Asmussen é que, apesar da catástrofe iminente, há ainda espaço para um último fôlego. Como se as personagens esperassem um qualquer salva-vidas, alguém que os possa resgatar do naufrágio iminente e do seu sonambulismo e os possa reconduzir a um outro lugar, mesmo que de ilusória harmonia”, escreve João Reis.

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